Software para Orçamento de Obras: Dicas de Como Escolher a Solução Ideal

Software para Orçamento de Obras: Dicas de Como Escolher a Solução Ideal

Na construção civil, o orçamento é o alicerce que sustenta toda a obra. Qualquer imprecisão nesse processo pode comprometer prazos, custos e até a viabilidade do projeto. Por isso, contar com um software específico para orçamento de obras é cada vez mais essencial para garantir previsibilidade, controle e competitividade.

Neste artigo, você vai entender:

  • O que é e para que serve um software de orçamento de obras;

  • Por que ele é mais eficiente do que planilhas ou sistemas genéricos;

  • O que observar ao escolher a melhor solução para sua empresa;

  • E por que o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras, da 90TI, é referência nacional no assunto.

E mais, você vai contar com a contribuição de um profissional com mais de uma década de experiência na implantação do software 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras, e que com isso já vivenciou o dia a dia de centenas de construtoras em vários cantos do país.

O que é um software para orçamento de obras?

Um software para orçamento de obras é uma ferramenta tecnológica desenvolvida para auxiliar engenheiros, orçamentistas e empresas de construção a criarem, analisarem e acompanharem orçamentos de forma precisa e padronizada. Ele permite estruturar todos os custos diretos e indiretos de um projeto, considerando materiais, mão de obra, equipamentos, encargos e índices técnicos, conforme bases de dados e composições compatíveis com a realidade do setor.

Além de orçar, muitos desses sistemas também integram funcionalidades de planejamento físico-financeiro, curvas de avanço, gestão de insumos e comparativos de cenários, tornando-se centrais na estratégia da empresa.

Por que não usar planilhas em Excel ou sistemas genéricos?

Embora o Excel seja amplamente utilizado, ele possui limitações significativas:

  • Risco de erros manuais: fórmulas quebradas, versões desencontradas e retrabalho são comuns;

  • Falta de padronização: cada colaborador monta orçamentos de forma diferente, dificultando o controle;

  • Baixa escalabilidade: projetos maiores tornam-se complexos demais para serem gerenciados em planilhas;

  • Ausência de integração com outras áreas: como compras, planejamento e faturamento.

Sistemas genéricos também falham ao não considerar as particularidades da engenharia, como composições de custos, uso de bases públicas (SINAPI, TCPO, etc.) e simulação de cenários técnicos.

Um software especializado oferece robustez, precisão, agilidade e integração. E isso pode ser a diferença entre uma obra lucrativa e um prejuízo evitável.

8 Dicas Essenciais para Escolher o Melhor Software de Orçamento de Obras

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Agora que esclarecemos com mais detalhes técnicos o que é um software de orçamento de obras, vamos para a etapa da escolha do melhor para as necessidades da sua empresa. Você vai ver que existem diferentes critérios que devem ser levados em consideração.

Cada uma das 8 dicas apresenta pontos fundamentais para que o software escolhido seja prático e traga bastante agilidade, precisão e qualidade para os orçamentos realizados pela sua construtora.

1. Compatibilidade com bases de dados técnicas (SINAPI, SICRO, TCPO, etc.)

A compatibilidade com bases de dados como SINAPI (Caixa/IBGE), SICRO (DNIT) e TCPO (PINI) é indispensável, especialmente em obras públicas ou grandes empreendimentos que precisam seguir padrões técnicos reconhecidos nacionalmente.

Além da conformidade, essas bases garantem orçamentos mais próximos da realidade do mercado, pois são atualizadas periodicamente e baseadas em pesquisas de preços reais por região.

Exemplo: Uma empresa que participa de licitações públicas obrigatoriamente precisa utilizar a base SINAPI atualizada para orçar obras conforme edital. Um software que integra essa base e já aplica encargos e coeficientes adequadamente reduz o tempo de preparação da proposta em até 40%, além de evitar desclassificações por erros técnicos.

2. Interface intuitiva e usabilidade

Um sistema de orçamento deve ser técnico, mas não pode ser complicado. A curva de aprendizado deve ser curta, principalmente porque equipes de engenharia nem sempre contam com tempo para longos treinamentos.

Soluções com menus organizados, comandos lógicos e ferramentas acessíveis contribuem diretamente para a adoção do sistema.

Dado de mercado: Segundo a Forrester Research, 70% das empresas desistem de um software nos primeiros 90 dias por dificuldade de uso ou resistência dos usuários.

Exemplo prático: Se a equipe está acostumada com planilhas, um software com interface semelhante — com possibilidade de copiar/colar, drag and drop, e filtros avançados — facilita a transição e reduz retrabalho.

3. Recursos de simulação e análise comparativa

Simular cenários com diferentes fornecedores, alterações de produtividade ou variações de índices (como INCC, IPCA e CUB/m²) permite que o orçamento vá além da estimativa e se transforme numa ferramenta de tomada de decisão estratégica.

Benefícios dessa funcionalidade:

  • Estimar impacto de substituições de materiais;

  • Testar cenários com diferentes margens de lucro;

  • Simular ajustes de preços em função de reajustes contratuais.

Exemplo: Em obras com contratos de longo prazo, é possível prever quanto uma alta no INSS patronal impactará o custo da mão de obra ao longo de 18 meses — evitando surpresas que corroem a margem de lucro.

4. Integração com planejamento e ERP

O orçamento é o ponto de partida. Se ele não estiver integrado ao planejamento da obra e ao ERP da empresa, cada área trabalha com uma “versão da verdade” diferente, gerando retrabalho, erros de lançamento e inconsistências financeiras.

A integração permite:

  • Transformar o orçamento em cronograma físico-financeiro com um clique;

  • Exportar dados para compras, suprimentos e financeiro;

  • Acompanhar o consumo real versus previsto da obra.

Dado técnico: Empresas que utilizam sistemas integrados conseguem reduzir em até 30% o tempo de lançamento de dados operacionais, segundo estudo da Deloitte.

5. Controle de insumos e produtividade

A eficiência de uma obra está diretamente relacionada ao controle dos insumos (materiais, equipamentos, mão de obra) e ao desempenho produtivo.

Um bom software permite:

  • Aplicar coeficientes de produtividade conforme tipologia de obra;

  • Ajustar composições técnicas por região ou características locais;

  • Monitorar se os custos unitários estão coerentes com o planejado.

Exemplo real: Uma construtora percebeu que seus pedreiros produziam 10% abaixo do previsto em fundações rasas. A partir do histórico extraído do sistema, ajustaram as composições e redefiniram a previsão para novos contratos — evitando subavaliação de custos e riscos de prejuízo.

6. Capacidade de gerar relatórios técnicos

Engenheiros, gerentes, diretores e clientes finais precisam de níveis diferentes de informação. Um software eficiente permite extrair relatórios técnicos (com detalhamento de composições, quantitativos e custos unitários) e também dashboards executivos que facilitam o entendimento da obra como um todo.

Funcionalidades desejáveis:

  • Relatórios editáveis em Word, Excel ou PDF;

  • Gráficos de distribuição de custos;

  • Resumos orçamentários para apresentação a investidores ou órgãos públicos.

Impacto positivo: Com relatórios padronizados, empresas ganham agilidade em aprovações internas e transmitem mais profissionalismo na apresentação de propostas comerciais.

7. Atualizações e suporte técnico especializado

O setor de construção civil é dinâmico. As normas mudam, bases são atualizadas mensalmente, tributações sofrem alterações e novas práticas surgem. Um bom software precisa acompanhar esse ritmo.

Além disso, o suporte técnico deve ser feito por profissionais que entendem de obras — e não apenas operadores de sistemas.

Dado de confiança: Softwares com suporte técnico qualificado apresentam taxa de retenção de clientes 3x maior, segundo relatório da Gartner Group.

Exemplo: Ao surgir uma dúvida sobre cálculo de BDI em obras públicas, é essencial que o suporte entenda conceitos como encargos sociais, indiretos e lucro líquido — e saiba aplicar as fórmulas com base em orientações do TCU ou IBRAOP.

8. Reconhecimento no mercado

A escolha de um software de orçamento é um investimento estratégico. Buscar uma ferramenta amplamente utilizada por grandes players e aprovada por órgãos públicos é uma forma segura de garantir robustez, conformidade e credibilidade.

Indicadores de reconhecimento:

  • Número de empresas usuárias;

  • Presença em licitações e obras públicas;

  • Tempo de mercado e evolução da ferramenta;

  • Cases de sucesso em obras de grande porte.

Exemplo de referência: O 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras é utilizado por centenas de construtoras, empreiteiras e órgãos públicos em todo o Brasil, incluindo tribunais de contas, prefeituras, concessionárias de infraestrutura e empresas privadas de médio e grande porte.

90 Compor: software nº 1 para orçamento e planejamento de obras no Brasil

Reconhecido por empresas de engenharia, construtoras e diversos órgãos públicos e privados em todo o país, o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras, da 90TI, é hoje a solução mais completa, confiável e respeitada do mercado.

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Como consultor de implantação do 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras, Vinícius Henrique acompanha diariamente os ganhos reais que a ferramenta proporciona às empresas que buscam profissionalizar seus processos de orçamento, planejamento e controle de obras. Seja em obras de infraestrutura pesada ou em construção civil, segundo ele “não há sistema mais completo e eficaz para se trabalhar”.

Com mais de 30 anos de evolução contínua, o sistema se destaca pelos seguintes diferenciais:

✅ Compatível com todas as bases públicas e privadas (SINAPI, SICRO, TCPO, IBRAOP, etc.);

✅ Ambiente amigável, com acesso web e interface moderna;

✅ Planejamento físico-financeiro totalmente integrado ao orçamento;

✅ Simulação de diferentes cenários e ajustes com poucos cliques;

✅ Relatórios técnicos automatizados, editáveis e exportáveis;

✅ Integração nativa com o ERP 90 Compor e outras soluções do mercado;

✅ Atualizações constantes e suporte técnico com engenheiros especializados;

✅ Credibilidade construída com grandes players e órgãos fiscalizadores.

Ainda de acordo com a percepção de Vinícius, um dos grandes diferenciais do 90 Compor é sua estrutura totalmente integrada. “O 90 Compor permite ao usuário gerenciar desde as composições de custos até o cronograma físico-financeiro, em uma única plataforma, com total rastreabilidade e controle dos dados”.

Seguindo a linha dos diferenciais do software, o Consultor de Implantação da 90TI destaca mais alguns pontos, principalmente para empresas que atuam com o setor público, especialmente em licitações com o DNIT. Nesse âmbito, o sistema oferece rotinas específicas que atendem integralmente às exigências normativas, como:

“Cálculo automático do custo horário de equipamentos, seguindo a metodologia oficial; cálculo de mobilização e desmobilização; cálculo do Custo Médio Gerencial, essencial para composições e análises em processos licitatórios.”

Vinícius Henrique ainda complementa: “Além disso, para quem trabalha com bases como SINAPI (Caixa Econômica Federal), EMOP (RJ) ou IOPES, o 90 Compor oferece facilidades exclusivas, como:

- Decomposição das composições auxiliares, permitindo a visualização clara dos custos de mão de obra e equipamentos que normalmente ficam ocultos nos relatórios padrão;

- Conversão de composições de equipamentos em insumos detalhados, facilitando o cálculo do custo horário produtivo e improdutivo e possibilitando a geração de relatórios analíticos e CROQs com alto nível de detalhamento técnico.”

90 Compor x Outros Sistemas de Orçamento de Obras

Quando analisamos todos esses pontos já destacados sobre o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras na comparação com outros softwares do mercado, percebemos que existem diferenciais que tornam a solução da 90TI a mais completa do mercado.

De acordo com Vinícius, ao contrário de outras ferramentas de orçamentação, o 90 Compor oferece “Uma base técnica sólida e confiável, total aderência à legislação e normas técnicas, inclusive a LGPD,  integração com tecnologias modernas como o BIM, Inteligência Artificial integrada ao sistema otimizando as tarefas do dia a dia, além de uma interface prática, com suporte técnico especializado e altamente capacitado.”

Complementando a informação de integração com tecnologias fundamentais no dia a dia das construtoras atualmente, como o BIM, no caso do 90 Compor uma integração feita via Revit (Autodesk), isso permite vários ganhos importantes.

“Possibilita importar modelos e associar elementos diretamente às composições de custos e serviços. Esse recurso representa um avanço importante para empresas que estão evoluindo para fluxos de trabalho baseados em modelagem da informação, agregando mais precisão e agilidade aos orçamentos e planejamentos”, afirma o Consultor da 90TI.

Por fim, ele ainda destaca como um outro grande diferencial “os relatórios avançados, com gráficos e visualizações interativas. Eles otimizam a análise de dados e apoiam a tomada de decisões estratégicas, especialmente nos setores comercial e de planejamento, proporcionando maior assertividade nas propostas e eficiência no acompanhamento da execução”.

Conclusão: Orçar com Excel pode custar caro

O setor da construção civil exige cada vez mais precisão, agilidade e confiabilidade. Apostar em ferramentas genéricas ou em planilhas improvisadas não acompanha essa realidade. A escolha de um software específico para orçamento de obras é um passo estratégico para empresas que querem crescer com sustentabilidade e previsibilidade.

E quando o assunto é excelência, o 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras se destaca como o parceiro ideal para quem leva engenharia a sério. Não é por acaso que Vinícius Henrique, baseado em sua experiência de mercado e nos relatos de milhares de clientes, afirma:

“Por tudo isso, recomendo fortemente o uso do 90 Compor a qualquer empresa que deseje elevar o nível de maturidade em seus processos de orçamento e planejamento de obras, com foco em produtividade, transparência e competitividade.”

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Gustavo Faleiro de Souza

Gustavo Faleiro de Souza

Analista Sênior de Comunicação e Marketing na 90TI

Gustavo Faleiro é jornalista formado pela PUC Minas e possui MBA em Gestão Estratégica de Marketing pela UNA. Com quase 15 anos de experiência em Marketing Digital, ele é especialista em Marketing de Conteúdo, Inbound Marketing e gestão de canais digitais, atuando com foco em estratégias personalizadas que geram valor real para o público. Desde 2017, integra o time da 90TI, onde lidera iniciativas de conteúdo digital voltadas para o setor de Engenharia e Construção Civil. Ao longo da sua trajetória, desenvolveu e executou dezenas de estratégias alinhadas às soluções tecnológicas da 90TI, além de ministrar palestras e produzir conteúdos especializados sobre inovação, produtividade e transformação digital no canteiro de obras. No blog da 90TI, é responsável pela produção de conteúdos sobre temas como orçamento e planejamento de obras, manutenção de equipamentos, gestão integrada, ERP para construção civil, tendências de mercado, inovação no setor e muito mais. Sua atuação estratégica tem papel fundamental na missão da 90TI de transformar digitalmente o canteiro de obras por meio de tecnologia.

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