Infraestrutura rodoviária no Brasil: desafios, oportunidades e o papel da tecnologia

A infraestrutura é um dos pilares do desenvolvimento de qualquer país. Rodovias, pontes, viadutos, ferrovias, aeroportos e demais obras estruturantes conectam regiões, viabilizam atividades produtivas, movimentam cadeias de suprimentos e ampliam o acesso da população a serviços essenciais.
No Brasil, essa relação é ainda mais evidente pela dimensão territorial do país e pela forte dependência do transporte rodoviário. Grande parte da produção nacional precisa percorrer centenas ou milhares de quilômetros entre áreas produtoras, centros industriais, cidades, portos e mercados consumidores.
Nesse cenário, a qualidade da infraestrutura deixa de ser apenas uma questão relacionada à engenharia e passa a ter impacto direto sobre produtividade, competitividade, segurança, desenvolvimento regional e qualidade de vida.
Ao mesmo tempo, o setor vive um momento de transformação. O avanço das concessões rodoviárias, os novos investimentos públicos e privados, a evolução dos contratos, a digitalização da engenharia e a crescente cobrança por eficiência, sustentabilidade e desempenho criam oportunidades, mas também aumentam o nível de exigência sobre construtoras, concessionárias, projetistas, órgãos públicos e profissionais.
Para aprofundar essa discussão, este conteúdo conta com as contribuições de Taís Sachet, Engenheira Civil com Doutorado em Infraestrutura de Transportes pela POLI/USP e Sócia Diretora da VIAZ Consultoria, consultoria especializada em pavimentos e concessões rodoviárias.
Com cerca de 20 anos de experiência em construtoras, projetistas e concessionárias, Taís atua na interseção entre engenharia, contrato e regulação, apoiando decisões relacionadas ao ciclo de vida de ativos rodoviários, dimensionamento e manutenção de pavimentos, modelagem HDM-4, auditorias técnicas, reequilíbrio econômico-financeiro, perícias e projetos de pesquisa e inovação.
Por que a infraestrutura rodoviária é tão importante para o Brasil?
A importância das rodovias brasileiras está diretamente relacionada à própria configuração logística do país. É pela malha rodoviária que circula a maior parte das cargas e que inúmeras cidades mantêm suas principais conexões com outros municípios e centros econômicos.
Isso significa que as condições de uma rodovia têm efeitos que ultrapassam os limites da própria estrada.
Pavimentos deteriorados, gargalos logísticos, baixa capacidade, deficiência de manutenção ou falta de infraestrutura adequada podem elevar o tempo de viagem, aumentar o consumo de combustível, acelerar o desgaste dos veículos e equipamentos e elevar os custos logísticos.
Na outra ponta, uma infraestrutura adequada aumenta a previsibilidade das operações, reduz perdas, facilita o escoamento da produção e melhora a integração entre diferentes regiões.
Taís Sachet chama atenção justamente para essa dimensão econômica e social:
“No Brasil, a rodovia é a espinha dorsal da logística. Mais de 60% de toda a carga do país anda sobre pneus, o que torna a malha viária um fator direto de competitividade: cada trecho degradado se traduz em maior custo de frete, mais consumo de combustível, mais desgaste de veículo, e essa conta chega ao preço final de tudo o que o brasileiro produz e consome.”
Mas a importância das estradas não pode ser medida somente pelo transporte de mercadorias.
Em milhares de municípios, as rodovias também representam o acesso a hospitais, escolas, empregos, comércio e outros serviços. Segurança viária e qualidade da infraestrutura possuem, portanto, uma dimensão social. Como destaca Taís:
“Uma rodovia bem projetada e bem conservada reduz acidentes, reduz emissões e encurta distâncias reais entre as pessoas e os serviços de que elas precisam.”
Essa visão ajuda a compreender por que os investimentos em infraestrutura precisam ser tratados sob uma perspectiva de longo prazo. Mais do que construir novas estradas, o desafio brasileiro envolve projetar, executar, operar e conservar ativos capazes de entregar desempenho durante décadas.
Um novo ciclo de concessões e investimentos rodoviários
O Brasil atravessa um período particularmente relevante para o setor, embora ainda exista um entendimento de que os avanços poderiam e deveriam ser maiores. Mas há um viés de melhora e de melhor aproveitamento do potencial da área que não pode ser desconsiderada.
A ampliação da participação privada nas rodovias, os programas de concessões e os investimentos públicos vêm criando um pipeline de projetos. A carteira apresentada pelo Ministério dos Transportes contempla oportunidades bilionárias e dezenas de novos projetos de concessões rodoviárias.
Esse movimento representa oportunidades para toda a cadeia da construção pesada: concessionárias, construtoras, empresas de engenharia consultiva, fornecedores de materiais e equipamentos, empresas de tecnologia, laboratórios e profissionais especializados.
Porém, há uma mudança importante em relação a ciclos anteriores: não basta executar a obra. Os contratos modernos estabelecem indicadores, níveis de serviço, metas de desempenho e obrigações que acompanham o ativo ao longo de muitos anos.
Para Taís Sachet, essa transformação aumenta a importância da engenharia:
“Esse ciclo é diferente dos anteriores em um ponto importante: os contratos estão mais maduros, os parâmetros de desempenho estão mais exigentes e o capital que entra tem outra régua de análise. Isso muda o jogo para a engenharia.”
Em uma concessão de longo prazo, decisões tomadas durante os estudos, projetos ou primeiros anos de execução podem produzir consequências durante décadas.
Por isso, conceitos como custo do ciclo de vida, desempenho do pavimento, modelagem de deterioração, estratégia de manutenção e gestão de ativos ganham cada vez mais espaço.
A lógica deixa de ser simplesmente buscar o menor investimento inicial e passa a considerar qual solução consegue proporcionar melhor desempenho técnico e econômico ao longo do contrato. Essa mudança também amplia a demanda por profissionais capazes de transitar por diferentes áreas. Engenharia, regulação, contratos, finanças e gestão deixam de funcionar como universos isolados.
“O que antes era um projeto para ‘passar na licitação’ virou um ativo que precisa entregar desempenho por 30 anos, com indicadores medidos e penalidades reais”, resume Taís.
Os grandes desafios da infraestrutura e da construção pesada
O crescimento dos investimentos não elimina os obstáculos históricos do setor. Pelo contrário, quanto maiores e mais complexos os projetos, maior a necessidade de controlar variáveis que podem afetar prazo, custo e desempenho.
Entre os principais desafios estão a qualidade dos projetos e dos dados de entrada, a disponibilidade de mão de obra especializada, o controle tecnológico, a compatibilização entre engenharia e contratos e a pressão permanente sobre custos e cronogramas.
1. Qualidade das informações
Um orçamento ou projeto é tão confiável quanto os dados utilizados para construí-lo.
Informações insuficientes sobre tráfego, solo, materiais, interferências, condições climáticas, produtividade ou logística podem gerar premissas equivocadas ainda nas fases iniciais.
E os efeitos podem aparecer muito tempo depois. Segundo Taís, esse é um dos principais problemas encontrados no setor:
“Ainda executamos obras com projetos que foram feitos com informação insuficiente sobre tráfego, clima e materiais disponíveis na região.”
Por isso, investir em levantamentos, estudos e bases de dados confiáveis não deve ser encarado como uma etapa burocrática. Trata-se de uma medida diretamente relacionada à redução de riscos.
2. Planejamento antes do início da obra
Na construção pesada, improvisar custa caro.
Antes que equipamentos, equipes e materiais sejam mobilizados, uma grande quantidade de decisões já terá sido tomada: métodos executivos, quantitativos, composições de custos, produtividade esperada, cronograma, logística, estrutura de canteiro, recursos humanos, equipamentos e estratégia de execução.
Uma premissa incorreta nessa etapa pode gerar consequências em cadeia. Taís resume essa questão de forma bastante direta:
“Eu costumo dizer que os erros mais caros de uma rodovia acontecem antes de qualquer máquina entrar em campo.”
Um estudo de tráfego subestimado, uma caracterização insuficiente do subleito ou uma solução de pavimento definida apenas pelo custo inicial são exemplos de decisões que podem aumentar significativamente os gastos futuros.
Em contratos de concessão, esses problemas podem assumir uma dimensão ainda maior, resultando em discussões regulatórias, pleitos de reequilíbrio econômico-financeiro e até judicialização.
Planejar, portanto, significa trabalhar com cenários.
É preciso avaliar não somente quanto uma solução custa hoje, mas como ela deverá se comportar no ano 5, no ano 15 ou no ano 25. Como destaca Taís, o planejamento é justamente “a única fase em que decidir diferente ainda custa barato”.
Orçamento de obras de infraestrutura
Se planejamento é fundamental, a qualidade do orçamento ocupa posição igualmente estratégica.
Obras rodoviárias e projetos de construção pesada possuem características muito diferentes de empreendimentos convencionais. Distâncias de transporte, produtividade de equipamentos, mobilização e desmobilização, equipes mecânicas, interferência do tráfego, chuvas, canteiros, administração local e disponibilidade regional de materiais são apenas alguns dos elementos capazes de alterar significativamente o custo de uma obra.
No caso de obras públicas e projetos relacionados à infraestrutura de transportes, o SICRO — Sistema de Custos Referenciais de Obras é uma referência essencial.
Sua metodologia contempla temas específicos da construção pesada, incluindo fatores de influência de chuvas, interferência de tráfego, canteiro de obras, Administração Local, mobilização e desmobilização, entre outros componentes próprios desse tipo de empreendimento.
Isso reforça um ponto importante: elaborar o orçamento de uma grande obra de infraestrutura não significa apenas multiplicar quantitativos por preços unitários. É necessário compreender produtividade, equipamentos, logística, metodologia executiva, custos diretos e indiretos e as particularidades de cada contrato.
Quanto maior a complexidade da obra, maior a importância de processos estruturados para orçamento, planejamento e acompanhamento.
Prazo e custo não podem se sobrepor à decisão técnica
Cumprir cronogramas e controlar custos são objetivos fundamentais de qualquer empreendimento. O problema surge quando a pressão por esses indicadores começa a comprometer decisões técnicas. Para Taís Sachet, esse é um dos desafios mais silenciosos do setor:
“A pressão por prazo e custo empurra a decisão técnica para segundo plano. A engenharia precisa recuperar seu lugar na mesa de decisão.”
A solução não está em ignorar os limites econômicos do projeto. Pelo contrário: a engenharia precisa ser capaz de demonstrar os impactos financeiros associados a cada alternativa.
Isso significa transformar risco técnico em informação para decisão.
Qual o custo potencial de uma solução que apresenta menor CAPEX, mas exige intervenções mais frequentes? Quanto uma manutenção preventiva pode evitar em intervenções corretivas? Qual é o impacto econômico de um atraso? Quanto custa uma produtividade abaixo do previsto?
Quando engenharia e gestão passam a trabalhar sobre os mesmos dados, as decisões deixam de ser baseadas apenas em percepção.
Tecnologia e dados: uma nova realidade para a construção pesada

A digitalização já mudou profundamente diversos setores da economia e vem avançando rapidamente na engenharia e na construção.
Em grandes projetos de infraestrutura, a quantidade de informações geradas é enorme. Orçamentos, composições de custos, contratos, medições, cronogramas, equipes, equipamentos, suprimentos, documentos fiscais, manutenção, produtividade e indicadores precisam estar conectados.
Nesse contexto, depender de informações descentralizadas, planilhas isoladas e processos manuais pode aumentar o risco de inconsistências e dificultar a tomada de decisão. A tecnologia passa a ter uma função estratégica: transformar dados operacionais em informação gerencial.
Sistemas especializados permitem comparar previsto e realizado, acompanhar custos, identificar desvios, padronizar processos, trabalhar com bases referenciais, controlar equipamentos e consolidar informações de diferentes áreas.
Mais do que digitalizar tarefas que antes eram realizadas manualmente, o desafio é criar uma estrutura de dados capaz de acompanhar o empreendimento ao longo de seu ciclo de vida.
Softwares especializados para Infraestrutura: como a 90TI atua nesse mercado
A complexidade da construção pesada também exige soluções desenvolvidas a partir da realidade do setor.
Há mais de quatro décadas, a 90TI desenvolve tecnologia especializada para a Engenharia, atendendo construtoras, concessionárias, empresas de infraestrutura e órgãos de referência no mercado brasileiro.
Entre as organizações que utilizam soluções da empresa estão grandes players do segmento, como DNIT, Construcap, Nova 381, Concessionária SPMAR e EcoRodovias, além de diversas empresas que atuam em projetos de infraestrutura e construção pesada pelo país.
O ecossistema 90 Compor foi desenvolvido justamente para apoiar diferentes etapas da operação, desde a elaboração do orçamento e planejamento até a gestão empresarial, acompanhamento das obras e controle de máquinas e equipamentos.
No 90 Compor Orçamento e Planejamento de Obras, equipes de engenharia podem trabalhar com bases referenciais como SICRO e SINAPI, estruturar EAPs, composições de custos e cronogramas, acompanhar a evolução dos projetos e utilizar informações consolidadas para aumentar a confiabilidade dos orçamentos.
Para obras vinculadas ao DNIT, a solução conta ainda com recursos específicos para Administração Local e Canteiro de Obras, desenvolvidos de acordo com a metodologia do SICRO, temas que possuem impacto relevante na formação e no acompanhamento dos custos de empreendimentos rodoviários.
O próprio DNIT estabelece metodologia e critérios específicos para a Administração Local e mantém manuais próprios para Canteiro de Obras, Administração Local, fatores de influência de chuvas e interferência de tráfego, demonstrando o nível de especialização exigido na orçamentação de infraestrutura.
Além do orçamento e planejamento, o 90 Compor ERP permite integrar áreas como Financeiro, Suprimentos, Controladoria, Fiscal, Gestão de Obras e BI, facilitando o acompanhamento de indicadores e do previsto versus realizado.
Já o 90 Compor Manutenção de Equipamentos apoia a gestão dos ativos utilizados nas operações, contemplando manutenção preventiva, corretiva e preditiva, controle de horímetros, pneus, combustíveis, checklists e custos dos equipamentos.
Em empresas que operam frotas de alto valor e dependem da disponibilidade de máquinas para manter a produtividade da obra, esse controle tem impacto direto sobre custos e cronogramas.
A tecnologia, portanto, não substitui a engenharia. Ela oferece melhores condições para que engenheiros, gestores e empresas consigam tomar decisões com informações mais confiáveis, rastreáveis e integradas.
Gestão de ativos: construir é apenas o começo
Uma das mudanças mais relevantes na infraestrutura moderna está na forma como o setor olha para o ciclo de vida dos ativos. Durante muito tempo, a construção de uma rodovia poderia ser tratada como a conclusão de um projeto. Em concessões de longo prazo, essa lógica deixa de fazer sentido.
A entrega da obra é apenas uma etapa. A partir dela começam ciclos de operação, monitoramento, manutenção, recuperação e novos investimentos.
Para Taís Sachet, a gestão de ativos baseada em dados será um dos elementos fundamentais para a evolução da infraestrutura brasileira:
“Precisamos de gestão de ativos de verdade, com dado de monitoramento alimentando modelos de deterioração e decisões de manutenção baseadas em evidência, não em percepção visual.”
Essa abordagem permite abandonar uma lógica predominantemente reativa.
Em vez de esperar que determinado ativo apresente uma falha significativa para intervir, dados históricos e modelos podem ajudar a identificar o momento mais adequado para realizar ações preventivas ou de recuperação.
A consequência é uma gestão mais previsível, eficiente e alinhada ao custo do ciclo de vida.
Sustentabilidade precisa fazer parte da engenharia
A busca por infraestrutura mais sustentável também tende a influenciar cada vez mais projetos, contratos e investimentos. Entretanto, sustentabilidade em obras rodoviárias precisa ir além de compromissos institucionais.
Reciclagem de pavimentos, misturas mornas, reaproveitamento de materiais, redução do consumo de recursos naturais e desenvolvimento de estruturas mais resilientes são exemplos de soluções que podem gerar benefícios ambientais e econômicos.
Mas essas escolhas precisam estar fundamentadas tecnicamente.
“Sustentabilidade tratada como engenharia e não como marketing”, defende Taís. Na prática, isso significa avaliar desempenho, durabilidade, disponibilidade de materiais, custos de execução e manutenção e comportamento da solução ao longo do tempo.
A sustentabilidade deixa, assim, de ser um elemento adicional do projeto para se tornar mais uma variável de engenharia.
Pessoas no centro da transformação
Mesmo com o avanço da inteligência artificial, da modelagem, dos sistemas de gestão e da análise de dados, a evolução da infraestrutura brasileira continuará dependendo fundamentalmente das pessoas.
O setor precisa formar e reter profissionais capazes de combinar conhecimento técnico com visão de negócios, gestão, contratos e regulação. Para Taís, essa será uma das questões determinantes nos próximos anos:
“Precisamos formar e reter engenheiras e engenheiros que entendam de infraestrutura, contrato e regulação ao mesmo tempo, e precisamos abrir espaço para mais diversidade nas equipes técnicas, porque o setor perde talento quando fecha portas.”
Essa combinação de competências tende a se tornar cada vez mais valorizada.
O profissional da infraestrutura do futuro não precisará deixar de ser especialista. Mas terá de compreender como sua decisão técnica afeta orçamento, cronograma, contrato, operação, financiamento e desempenho do ativo.
O futuro da infraestrutura brasileira feito com planejamento, dados e engenharia
O Brasil possui uma dimensão continental, uma economia fortemente dependente das rodovias e uma demanda histórica por infraestrutura. Ao mesmo tempo, o novo ciclo de concessões e investimentos abre uma janela relevante para modernizar ativos, ampliar a capacidade logística e melhorar a qualidade das estradas.
O desafio é transformar investimento em infraestrutura eficiente e duradoura.
Isso exige bons projetos, orçamentos confiáveis, planejamento, controle tecnológico, gestão de ativos, qualificação profissional e decisões fundamentadas em dados.
Exige também uma visão de longo prazo. Uma rodovia não termina quando a obra é entregue. Seu desempenho será colocado à prova todos os dias por veículos, cargas, clima e pelo próprio tempo.
Nesse contexto, engenharia e tecnologia precisam caminhar juntas. Softwares especializados, modelos de análise, informações integradas e processos digitais ampliam a capacidade de planejamento e controle, mas são o conhecimento técnico e a qualidade das decisões que transformam essas ferramentas em resultados.
Como resume Taís Sachet:
“Eu acredito muito no Brasil que constrói. Só que construir bem, no século XXI, exige mais planejamento, mais dado e mais coragem de fazer a decisão técnica certa mesmo quando ela não é a mais rápida.”
É justamente nesse equilíbrio entre engenharia, planejamento, tecnologia, gestão e visão de longo prazo que está uma das maiores oportunidades para a infraestrutura brasileira avançar nos próximos anos.
Sobre Taís Sachet
Taís Sachet é Engenheira Civil com Doutorado em Infraestrutura de Transportes pela POLI/USP e Sócia Diretora da VIAZ Consultoria.
Com cerca de 20 anos de experiência em construtoras, projetistas e concessionárias, atua principalmente nas áreas de pavimentos e concessões rodoviárias, combinando engenharia, contratos e regulação. Ela também tem atuação destacada na criação de conteúdos para as redes sociais, como por exemplo, em seu perfil no Instagram.
A VIAZ Consultoria é uma consultoria boutique de engenharia sediada em São Paulo, com atuação em dimensionamento e estratégias de manutenção de pavimentos, modelagem HDM-4 para estudos de concessões, auditorias técnicas independentes, apoio a pleitos de reequilíbrio econômico-financeiro, perícias judiciais e projetos de pesquisa e inovação.

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Gustavo Faleiro é jornalista formado pela PUC Minas e possui MBA em Gestão Estratégica de Marketing pela UNA. Com quase 15 anos de experiência em Marketing Digital, ele é especialista em Marketing de Conteúdo, Inbound Marketing e gestão de canais digitais, atuando com foco em estratégias personalizadas que geram valor real para o público. Desde 2017, integra o time da 90TI, onde lidera iniciativas de conteúdo digital voltadas para o setor de Engenharia e Construção Civil. Ao longo da sua trajetória, desenvolveu e executou dezenas de estratégias alinhadas às soluções tecnológicas da 90TI, além de ministrar palestras e produzir conteúdos especializados sobre inovação, produtividade e transformação digital no canteiro de obras. No blog da 90TI, é responsável pela produção de conteúdos sobre temas como orçamento e planejamento de obras, manutenção de equipamentos, gestão integrada, ERP para construção civil, tendências de mercado, inovação no setor e muito mais. Sua atuação estratégica tem papel fundamental na missão da 90TI de transformar digitalmente o canteiro de obras por meio de tecnologia.
