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11/11/2016

7 itens essenciais de um software para construção civil

Em um mundo que se discute a inteligência artificial como estratégia para ampliar a produtividade, onde várias empresas fazem uso da Internet das Coisas na rotina diária (do inglês Internet of Things) e há diversos outros recursos tecnológicos para facilitar o trabalho, não é mais possível que a sua empresa atue apenas com o off-line, dependente de controles manuais e de planilhas que circulam por e-mail. O blog da 90t.i oferece neste post dicas de itens que não podem faltar no seu software para construção civil.

Entre aquilo que há de mais moderno na área, destaca-se os sistemas de gestão de planejamento de recursos corporativos ou, simplesmente, sistema ERP (sigla do termo em inglês para Enterprise Resource Planning). Trata-se de um software que integra os dados e processos de uma empresa em um único local, com segurança e de fácil acesso por qualquer pessoa que for autorizada, desde que tenha conexão com a internet.

Apesar da nomenclatura ERP ter ganhado força na década de 90, as pessoas apresentam ainda muitas dúvidas sobre o tema. Uma delas é se qualquer sistema ERP pode ser usado na construção civil. E a resposta é não. Isso acontece, porque não é qualquer tecnologia que foi desenvolvida para atender às necessidades que estão na rotina das empresas do ramo. É possível até digitalizar seus processos, mas não dá para deixá-los escravos de uma ferramenta pouco eficaz, que gere rotinas de atualizações desnecessárias ou que seja complicada demais para manuseio.

Com sistemas de gestão próprios para a Engenharia isso não ocorre. Até porque soluções tecnológicas focadas nesse nicho ajudam a gerar relatórios precisos, que o auxiliem na tomada de decisão, tornando-a mais qualificada. Mas, não se engane: para chegar nesse resultado é preciso contratar o sistema ERP certo.

Para saber qual é, certifique-se de que ele possua esses sete itens imprescindíveis:

#1 Gerenciamento de obras: avalie se o software possui módulos que possibilitem um controle mais próximo e detalhado do canteiro de obras. Para isso, é necessário que hajam ferramentas capazes de gerenciar todas as etapas com total precisão de dados. Dentre as funcionalidades que ajudam nesse propósito, destacam-se a análise de valor agregado (que pode ser feita a partir de relatórios de avanço físico-financeiro) e o controle do custo de materiais aplicados por serviço. Com esses dados em mãos, ficará mais fácil tomar decisões que ajudem a otimizar os recursos.

#2 Gestão de suprimentos: priorize sistemas de gestão que tenham mecanismos para um rigoroso acompanhamento do uso de materiais de construção. A tecnologia pode oferecer, por exemplo, desde mapas de coletas e controle, rastreando a informação desde o pedido na área de compras. Com essa “lupa”, você obterá maior capacidade de gerenciamento do estoque e avaliação dos fornecedores.

#3 Controle financeiro e contábil: monitorar cada passo da movimentação contábil da sua empresa é outro recurso que não pode ficar de fora do software especializado em construção civil. Certifique-se de que ele tem integração com todas as etapas do processo da empresa, o que pode representar um ganho e tanto nas funções de tesouraria, contas a pagar e a receber. Isso sem contar o fluxo de caixa, que ganha um status ainda mais estratégico, a partir de uma visão mais ampla de recursos monetários e de toda a entrada e saída. No aspecto contábil, verifique ainda se o sistema que deseja contratar oferece agilidade na elaboração de balanços, balancetes, análises econômicas e demonstração de resultados (a partir da entrega de relatórios consolidados).

#4 Incorporação: quando se fala de sistemas que gerem interação de TODOS os dados, não se pode deixar de fora a administração de carteira de imóveis. Verifique se o software de gestão que você procura possui mecanismos para controlar desde a proposta gerada (e suas versões) até o fechamento de contrato (incluindo correção de parcelas, geração de títulos, envio de boletos e outros). É importante ainda que a ferramenta mantenha organizado o histórico de transações realizadas, por exemplo.

#5 Alinhamento aos requisitos fiscais: não deixe de avaliar também se o sistema que você deseja implementar está em sintonia com as obrigações fiscais, o que pode evitar retrabalho (já que as informações são geradas de modo integrado com os demais módulos do sistema). Algumas funcionalidades básicas que precisam ser consideradas: a retenção e cálculo de impostos retidos de terceiros; a apuração de PIS/CONFINS para empresas de lucro real ou presumido; SPED Fiscal — ICMS/IPI (sem registros de apuração), dentre outros documentos.

#6 Recursos de Business Intelligence: as ferramentas mais modernas possuem mecanismos que transformam dados armazenados nos seus sistemas em informação qualitativa. Por isso, a importância de contar com mecanismos de Business Intelligence (BI). A partir do alinhamento estratégico de sua corporação, você poderá ter acesso às informações consolidadas que o ajudarão a ter painéis de controles com indicadores de acordo com a necessidade de sua empresa.

#7 Gestão de ativos e manutenção de equipamentos: a partir de um controle integrado de transferência de equipamento entre obras e mecanismo que avalie a depreciação, você poderá ter em mãos informações reais sobre os seus ativos. Pensando na durabilidade e qualidade dos equipamentos utilizados, é possível em um único software ter acesso ao controle integrado de manutenções preventivas e corretivas, como controle de pneus, análise de óleo, etc.

Siga à risca essas sete funcionalidades e terá à disposição o que há de melhor para uma gestão completa da sua empresa! A 90t.i está alinhada com todos esses parâmetros e possui um sistema de gestão que é referência no mercado. Que tal marcar uma reunião com um de nossos representantes?

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