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24/08/2016

Controle com eficácia os equipamentos de manutenção de obra

Para quem trabalha na construção civil, a notícia não é novidade: equipamentos e maquinários com manutenção adequada e dentro do prazo são ferramentas essenciais para o bom funcionamento do canteiro de obra. Se eles não estiverem no estado ideal ou mesmo pararem de funcionar, tudo é impactado: desde a produtividade dos funcionários até qualidade do serviço e, não poderia ser diferente, o rendimento financeiro (que é comprometido pelo custo elevado do empreendimento).

Não bastasse isso, se os equipamentos estiverem sem manutenção adequada, há o risco da integridade dos colaboradores, podendo provocar acidentes de trabalho, gerando prejuízos e paralisações no canteiro. Só para se ter uma ideia, a Previdência Social estima que o setor possa perder até R$ 71 bilhões por ano em decorrência de prejuízos de afastamento por adoecimento e acidentes ocorridos em obras. É bom dizer que essa é uma avaliação subestimada, o que significa que o impacto pode ser maior ainda.

Essa fatura fica ainda mais alta se contabilizarmos que os acidentes e afastamentos representam 9% da folha salarial anual e, ainda, um incremento considerável nos gastos dos hospitais conveniados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Não entra nesse cálculo o custo inestimável da integridade física dos operários que atuam nos canteiros. Ou seja: muitos fatores a se considerar! Então o que fazer para solucionar isso?

Mas… manutenção é tudo igual?

Não, há três tipos delas, embora todas alinhadas a um propósito de manter a casa em ordem. O que favorece a eliminação esses prejuízos de que falamos acima. Veja abaixo três tipos de manutenção:

#1 Manutenção preditiva: nesse categoria, enquadram-se as atitudes que ajudam a predizer, ou seja, antecipar-se às falhas: mudanças na forma de operação, componentes que precisem de troca e problemas nos equipamentos e maquinários. São vários os fatores que podem sinalizar a necessidade de realizar esse tipo de manutenção como, por exemplo, a medição de vibração do aparelho. Ao realizá-la, o objetivo é aumentar (ou mesmo conservar) a eficiência dos maquinários, diminuindo riscos na utilização e evitar quebras e paralisações.

#2 Manutenção preventiva: essa modalidade é um pouquinho diferente da anterior. Esta demanda que o reparo a ser realizado seja planejado, justamente pelo procedimento demandar ações programadas, exigindo interrupção do funcionamento do equipamento por um período. A paralisação das máquinas, mesmo que por pouquíssimo tempo, é essencial para que seja feita a limpeza, trocas ou reparo de peças e avaliação de componentes elétricos e hidráulicos, por exemplo. É categorizada na manutenção preventiva ainda serviços de lubrificação, calibração e aferição de instrumentos.

#3 Manutenção corretiva: é o tipo mais comum e também o mais oneroso para a empresa. Normalmente, essa modalidade só ocorre se as duas anteriores não foram realizadas de maneira adequada. Desta forma, o equipamento acaba por ter de passar por um conserto ou reparação. Essa quebra não programada impacta na produtividade e até em eventual desgaste ou depreciação do equipamento. Isso porque, na maioria das vezes ela surge em caráter de urgência, sendo feita depois de uma falha grave do equipamento ou mesmo depois que um acidente já ocorreu.

Seguindo essa linha de raciocínio, é necessário que os responsáveis pela obra mantenham a organização e a limpeza do canteiro de obras. Isso faz com que se reduzam as chances de também danificar aparelhos como no caso de haver fiação exposta, ferramentas fora do lugar e outros aspectos que possam comprometer o funcionamento de máquinas e equipamentos.

“Como ter um controle disso tudo sem ter dor de cabeça?”

Talvez essa tenha sido a sua pergunta se chegou até aqui! A resposta, ao contrário do que se possa imaginar, é prática e acessível: software de gestão especializado em construção civil. Soluções tecnológicas desenvolvidas para ser utilizadas nesses contextos contribuem no controle e manutenção de equipamentos a partir da inclusão de um planejamento rigoroso, com acompanhamento disciplinado do cronograma da obra.

Igualmente em uma solução como essa é possível acompanhar o rendimento do equipamento, a durabilidade e evitar a necessidade de aquisição de novos equipamentos. Com a ajuda da tecnologia, para tocar o trabalho que demanda mais energia, os responsáveis conseguem orientar melhor os colaboradores internos a partir de relatórios gerenciais. Outro ganho é evitar falhas e interrupções no canteiro de obra, reduzindo sensivelmente as chances de entrar no prejuízos daquelas cifras mencionadas no início do texto.

Continue acessando o Blog da 90t.i para informar-se sobre como a tecnologia pode ser sua aliada para otimizar recursos, esforços e, principalmente, potencializar resultados. Até o próximo post!

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